on 8 de outubro de 2013




Nota de Imprensa

Analisadas as diferentes votações das eleições autárquicas do passado dia 29 de Outubro por parte da Comissão Política Concelhia do CDS-PP de Guimarães, conclui a Comissão Política Concelhia do CDS o seguinte: 

A Coligação “Juntos por Guimarães” na qual o CDS está integrado, conjuntamente com o PSD e o MPT, não logrou atingir os seus objetivos, uma vez que não conseguir ganhar as eleições autárquicas, conforme se propunha.
No entanto, cumpre-nos concluir a campanha eleitoral extraordinária realizada por toda a candidatura e a certeza de que André Coelho Lima foi um líder de coligação competente, capaz e que demonstrou durante todo este período todas as qualidades que o faziam o candidato mais capaz de dirigir os destinos de Guimarães nos próximos 4 anos.
Apesar de todas as contrariedades, desde uma comunicação social adversa até ás manobras políticas dos adversários, analisados os resultados destas eleições teremos que concluir que:
a direita vimaranense, em momento conjuntural completamente adverso, subiu cerca de 2.000 votos em relação à votação de 2009, sendo certo que a esquerda vimaranenses perdeu cerca de 10.350 votos face aos resultados eleitorais de 2009.

Tal facto demonstra que, apesar da Coligação Juntos por Guimarães não ter logrado os seus objetivos, o caminho traçado se encontra correto e que não existe motivo para qualquer desvio no objetivo comum que presidiu à celebração do acordo de coligação, que são os vimaranenses e o desenvolvimento harmonioso de todo um concelho.

O CDS manter-se-á fiel ao programa apresentado aos vimaranenses, na certeza de que os cabeças de lista à Camara Municipal e Assembleia Municipal, André Coelho Lima e Nuno Vieira e Brito, serão grandes embaixadores dos vimaranenses nos órgãos para o qual foram eleitos, dada a qualidade e competência que os mesmos vêm demonstrando ao longo de toda uma vida profissional e cívica, bem como todos os restantes membros eleitos.
E nesta análise não poderia a CPC deixar de se congratular pelo regresso do CDS à vereação municipal em Guimarães, passados que são 24 anos da eleição do seu último vereador. O Eng. Monteiro de Castro, ilustre militante do CDS de Guimarães e que será o vereador do CDS na Câmara Municipal de Guimarães nos próximos 4 anos, verterá no executivo municipal a sua capacidade e competência, no respeito pelos princípios e valores da democracia cristã e garantirá o cumprimentos de todo um programa elaborado conjuntamente por toda a coligação. Para o CDS, este não pode deixar de ser considerado um facto marcante e motivo de orgulho e de contentamento no rescaldo destas eleições autárquicas e que é necessariamente contido pela solidariedade institucional para com o resultado global obtido.

De realçar, ainda, a perda da maioria absoluta dos deputados eleitos por sufrágio direto para a Assembleia Municipal, por parte da lista do PS encabeçada pelo ainda presidente de Câmara António Magalhães, naquela que foi a aposta forte do PS e que configura uma derrota do Partido Socialista, resultante diretamente da subida eleitoral da Coligação Juntos por Guimarães, que elegeu 19 deputados.

Aos restantes homens e mulheres, do CDS, do PSD, do MPT e aos mais variadíssimos independentes que se apresentaram a sufrágio pelas cores da coligação JUNTOS POR GUIMARÃES, a comissão política de Guimarães do CDS quer tornar público o seu reconhecimento pela entrega, competência e coragem com que o fizeram, na certeza de que todos continuaremos um trabalho de defesa intransigente dos vimaranenses e das suas raízes.

Aos militantes e simpatizantes do CDS, em particular, que se apresentaram a sufrágio pelas cores da coligação JUNTOS POR GUIMARÃES, um enorme reconhecimento pelo esforço, dedicação e competência demonstrado e a convicção certa de que nunca deixarão de representar os nossos princípios e valores e na certeza de que o partido os acompanhará sempre ao longo dos próximos quatro anos.

De realçar, da leitura dos resultados destas últimas eleições autárquicas, que António Magalhães obteve menos votos do que Domingos Bragança, o que na opinião do CDS é a demonstração de que, afinal, a porta de saída de António Magalhães não é tão grande como a que o próprio apregoava.

A CPC do CDS-PP de Guimarães