on 13 de janeiro de 2015


ATÉ AO DIA 11 DE ABRIL, NO INSTITUTO DE DESIGN
Exposição interativa da Ciência Viva sobre dez fábulas de encantar já abriu em Guimarães

“Era uma vez... Ciência para quem gosta de histórias” está em Guimarães durante três meses. Público de todas as idades pode visitar mostra interativa, que está aberta todos os dias da semana. Bilhete de entrada custa somente um euro. Marcações de grupos devem ser efetuadas para o seguinte endereço de email: cienciaviva@cm-guimaraes.pt
A exposição que possibilita ao público descobrir a ciência através de personagens de fábulas que protagonizam dez histórias intemporais abriu no Instituto de Design de Guimarães, esta segunda-feira, 12 de janeiro, podendo ser visitada diariamente até 11 de abril, entre as 10 e as 18 horas.
Nesta exposição, composta por 40 módulos, a ciência é encontrada no imaginário fantástico das histórias tradicionais, nos castelos assombrados, na floresta labiríntica, na casa de chocolate de Hansel e Gretel, no espelho mágico da Bruxa Má ou num pé de feijão que cresce sem parar até tocar no nariz de um gigante.
Ao mesmo tempo, o visitante ficará a saber se é possível construir uma casa de palha que resista ao sopro do lobo, por que tinha, afinal, o lobo uma boca tão grande ou se a marioneta gigante do Pinóquio conseguirá enganar o público. Além disso, a mostra ajuda a perceber se a Branca de Neve teria um problema sério de despigmentação.
«Esta exposição, que nos transporta para um ambiente mágico, como são todas as histórias de encantar, vai contribuir para reforçar a confiança dos cidadãos na Ciência. Despertar a curiosidade e o maravilhamento são o primeiro passo para o conhecimento. Se quisermos crianças inteligentes, temos de lhes contar histórias de encantar. Se quisermos crianças ainda mais inteligentes, então teremos de lhes contar ainda mais histórias», disse Rosalia Vargas, Presidente da Ciência Viva - Agência Nacional para a Cultura Científica e Tecnológica, numa alusão ao cientista Albert Einstein.



António M. Cunha, Reitor da Universidade do Minho, considerou que a inauguração da exposição «comemora uma relação» tripartida que a Academia quer aprofundar. «Guimarães é uma cidade muito particular, que nos leva para o mundo imaginário da fundação de um país. Temos três parceiros adequados para desenvolvermos projetos no âmbito da promoção da Ciência. Este é um evento-âncora para o espaço de Couros da Universidade do Minho, onde estamos já a promover o ensino superior e a investigação. O Ciência Viva será um elemento de grande atração deste espaço».



Domingos Bragança, Presidente do Município, realçou a importância de estarem presentes, no primeiro dia, a promotora da ciência nacional, bem como a comunidade educativa. «A exposição começa bem, pois estão aqui a Dra. Rosalia Vargas, o senhor Reitor da Universidade do Minho, os professores dos agrupamentos de escolas e Presidentes das Juntas de Freguesia do nosso concelho. Esta exposição marca a pré-abertura do Ciência Viva, em 2015, um espaço que terá uma marca identitária muito própria, distintiva e diferenciadora dos Ciência Viva, a nível nacional. Estou muito contente, porque sinto que a Dra. Rosalia Vargas está de corpo e alma no projeto do Ciência Viva de Guimarães», referiu o Presidente da Autarquia.




CIÊNCIA EM 10 HISTÓRIAS CLÁSSICAS

“Era uma vez... Ciência para quem gosta de histórias” é uma exposição interativa de ciência e tecnologia que parte do imaginário mágico dos contos tradicionais para explorar fenómenos e conceitos das ciências naturais, como a Física, a Química, a Matemática, a Geologia e a Biologia, relacionando-os com o mundo real.
A mostra centra-se em dez histórias que são verdadeiros clássicos: “Os Três Porquinhos”, “Alice no País das Maravilhas”, “O Capuchinho Vermelho”, “Branca de Neve e os Sete Anões”, “As Aventuras de Pinóquio”, “A Gata Borralheira”, “João e o Pé de Feijão”, “Hansel e Gretel”, “Ali Babá e os 40 Ladrões” e “A Princesa e a Ervilha”.
“Era uma vez... Ciência para quem gosta de histórias” foi inteiramente produzida pelo Pavilhão do Conhecimento-Ciência Viva, com a colaboração científica do Laboratório Nacional de Engenharia Civil, do Instituto de Telecomunicações (Instituto Superior Técnico), do Instituto de Sistemas e Robótica (IST), do Centro de Investigação em Biodiversidade e Recursos Genéticos (Universidade do Porto), do Porto Interactive Center (UP) e do Instituto Nacional de Investigação Agrária e Veterinária.