on 23 de junho de 2015


FINAL DECORREU NO MULTIUSOS DE GUIMARÃES

Vila de Ponte venceu a terceira edição dos Jogos da Comunidade que envolvem freguesias de Guimarães

Depois de Atães (2013) e Aldão (2014), o evento que dinamiza o desporto nas freguesias do concelho terminou com a vitória de Ponte. Mas também do convívio, entretenimento e da competição desportiva.
A edição de 2015 dos Jogos da Comunidade foi conquistada pela vila de Ponte na final disputada este fim de semana, nos dias 20 e 21 de junho, no Multiusos de Guimarães, sucedendo à freguesia de Aldão, vencedora da edição de 2014, enquanto a União das Freguesias de Atães e Rendufe ficou em segundo lugar.


Numa organização da Câmara Municipal e da cooperativa Tempo Livre, os Jogos da Comunidade pretendem promover o convívio desportivo entre as diferentes equipas que representam as freguesias do concelho de Guimarães, tendo como principal objetivo a promoção e o incentivo da prática desportiva na população, num ambiente de saudável partilha onde os participantes assumam as suas responsabilidades relativas ao fair play e ao desportivismo.
Esta iniciativa, inspirada nos conhecidos “Jogos Sem Fronteiras”, apresenta oito tipos de desafios: Campo Minado, Assalto ao Castelo, Lança Troikos, Jogo da Bola Mágica, Batata Voadora, Vindimas, Corredor da Comunidade e Jogo Final. Durante a competição, as equipas podem utilizar a figura do Joker em um dos jogos, dobrando dessa forma a pontuação final obtida nesse desafio.
Neste ano, o tema dos jogos da final estava relacionado com as batalhas épicas, tais como Batalha de São Mamede, de Aljubarrota e de Alcácer Quibir. No último jogo, a Batalha Final, os elementos das equipas percorreram de forma simbólica todas as fases desta edição. A freguesia de Infantas venceu ainda o prémio Fair Play, no valor de 500 euros, em material desportivo a reverter para a freguesia, oferta da Câmara Municipal.


Com início em 2013, no âmbito da Cidade Europeia do Desporto, os Jogos da Comunidade começaram por lançar o desafio localmente para que as comunidades se organizassem em equipas representativas da população, com elementos de diferentes gerações e envolvessem o maior número possível de pessoas. As equipas são compostas por 13 elementos efetivos e 13 suplentes (com idades superiores a 16 anos) e nas provas todos têm de jogar.