on 8 de fevereiro de 2017

Escolas de Guimarães começaram a disputar 2ª edição do Eco-Parlamento

Iniciativa envolve comunidade escolar. Próxima sessão está agendada para março, no Laboratório da Paisagem. Final realiza-se em maio, na UMinho.

“Agenda 2030: Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da ONU” é o tema da segunda edição do Eco-Parlamento, uma iniciativa inserida no programa ambiental PEGADAS, que promove o debate sobre questões ambientais junto de alunos de sete escolas do ensino básico de Guimarães e que principiou esta terça-feira, 07 de fevereiro, no auditório do Laboratório da Paisagem, em Guimarães.
Na primeira sessão, que contou com a presença do Vice-Presidente da Câmara Municipal de Guimarães e Vereador do Ambiente, Amadeu Portilha, os alunos dos agrupamentos de escolas de Abação, Professor Abel Salazar, D. Afonso Henriques, Francisco de Holanda, Fernando Távora, Santos Simões e Taipas apresentaram as suas propostas para melhorar o ambiente ao nível local. Tal como numa sessão do Parlamento, os jovens estudantes de diferentes níveis de ensino debateram os diferentes projetos, colocando em prática aprendizagens adquiridas em contexto escolar.
“Biodiversidade”, “CDA - Combater o desperdício alimentar e limpeza dos RSU's”, “Mobilidade Sustentável”, “Reflorestação de áreas ardidas”, “Educar para a Sustentabilidade: Uma Escola, uma Cidade, um Planeta”, “Poupança em movimento – Energia” e “Despoluição do Rio Ave e revitalização da praia fluvial das Taipas” foram os desafios ambientais escolhidos e que estarão em discussão ao longo das várias sessões do Eco-Parlamento deste ano letivo. A próxima sessão está marcada para março, também no Laboratório da Paisagem. A final acontecerá no mês de maio, no auditório da Universidade do Minho, em Guimarães.
O Eco-Parlamento, que está nomeado enquanto boa prática no âmbito do prémio Portugal Participa, está dividido em três etapas, onde os alunos, segundo a metodologia SMART e o acompanhamento técnico de um investigador do Laboratório da Paisagem, vão evoluindo e consolidando as suas propostas e ideias. O Eco-Parlamento dispõe ainda de um júri externo que avalia as propostas, composto por um membro do Laboratório da Paisagem, Câmara Municipal de Guimarães e um investigador do Laboratório da Paisagem, sendo que as propostas serão depois também votadas, na final, por um júri interno composto pelas equipas participantes.