on 8 de novembro de 2017

A empresa Garcia, Garcia SA, com sede em Moreira de Cónegos está nomeada na categoria de "Melhor Construtora" nos prémios do Jornal Construir 2017. Depois do encerramento das votações, ficará conhecido o vencedor da edição de 2017 no próximo dia 16 de novembro na cerimónia que decorrerá em Lisboa.
Na descrição da empresa nesta gala, a organização refere:"A especialização é a alma de um negócio que, de acordo com os números da facturação da Garcia, Garcia, mostram que está para crescer. Actuando apenas no mercado nacional, a empresa de Guimarães facturou 43,8 milhões de euros em 2016, o dobro do apurado no ano anterior. A construtora da família Garcia centra a sua actividade na concepção e construção de unidades industriais e bases logísticas, áreas em franca expansão em Portugal".


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Garcia, Garcia vai construir unidade do Groupe GM em Viana
Texto: António Freitas de Sousa

A nova unidade da multinacional do setor da cosmética vai criar 15 novos postos de trabalho e deverá estar concluída em janeiro do próximo ano.

As empresas Groupe GM – Cosmética Portugal SA (GGMCP) e Groupe GM – Península Ibérica SA (GGMPI), que integram a multinacional francesa Groupe GM, líder mundial no fornecimento de produtos de acolhimento e cosmética de marca ao mercado hoteleiro, estão a construir uma nova unidade industrial na Zona Industrial do Neiva e escolheu a Garcia, Garcia, construtora nacional especializada no design and build de edifícios industriais e logísticos, para o projeto.

Em comunicado, a subsidiária portuguesa GGMCP – que produz sabonetes para a indústria hoteleira, marcas de retalho e private labels – adianta que prevê, com este aumento da sua capacidade de produção, juntar 15 novos postos de trabalho diretos aos já existentes. “A construção desta nova unidade industrial servirá também como plataforma de distribuição de produtos de acolhimento destinados ao mercado hoteleiro a cargo da GGMPI”.

O projeto da nova unidade, “que deverá estar concluído em janeiro de 2018, resulta do crescimento que as empresas GGMCP e GGMPI têm registado nos últimos anos, sendo que as atuais instalações já não oferecem o espaço e as condições necessárias para sustentar esse crescimento e potenciá-lo no futuro”. Desta forma, a Groupe GM aposta em novas instalações, que permitam assegurar o aumento da sua capacidade de produção e armazenagem.
Ao nível conceptual, a linguagem arquitetónica teve como inspiração o sabonete, produto prime da GGMCP. “Desta forma, o projeto tem previsto uma formalização uniforme da volumetria do edifício, com uma forma bruta compacta, linhas retas e proporcionalidade da mesma, dando a sensação de se estar perante de uma caixa de sabonete. Também a utilização da cor azul nos vãos e os pormenores da fachada que cunham de cor o edifício, remetem para a imagem corporativa da empresa e para a pureza associada aos sabonetes e aos produtos de beleza”.
Em função da especificidade da empresa, a fase conceptual teve de garantir a definição de soluções técnicas que permitissem o cumprimento dos exigentes requisitos e normativos aplicáveis à indústria de cosméticos, por exemplo, com a segregação das entradas e saídas da produção, com a criação de áreas de limpeza e descontaminação. “Em termos funcionais, o edifício será constituído por um único bloco, no qual, ao nível do piso 0, para além da área de produção e de armazenagem que servem ambas as empresas, situar-se-ão as áreas laboratoriais, I&D, cantina e showroom e no primeiro piso ficarão instaladas as áreas administrativas e sociais”.
Fundada em 1972, a multinacional Groupe GM introduziu o conceito de cosmética de marca para a hotelaria, estando atualmente presente em 120 países. “A GGMPI enquanto empresa ibérica aposta na oferta de produtos de acolhimento de qualidade, actuando como representante exclusivo das marcas do Groupe GM. Por sua vez, a GGMCP assume o desenvolvimento, fabrico e distribuição de sabonetes e trabalha para várias marcas de prestígio nacionais e internacionais, definindo soluções personalizadas e à medida de cada cliente”.
A Garcia, Garcia respondeu pela construção de edifícios para o grupo francês GMD, para a brasileira WEG, a norte-americana Borgwarner, a germânica Leica, a alemã Bosch Termotecnologia, e a nipónica Uchiyama.